Pasta Dentífrica – Couto
Vegan
e Nacional
A
pasta dentífrica Couto foi registada pela primeira vez em de junho de 1932 na
Cidade do Porto. Inicialmente chamava-se pasta medicinal Couto pois era
indicada para limitar o fenómeno de retração da gengiva, foi criada por Alberto
Ferreira Couto, com a colaboração de um médico estomatologista.
A
minha experiência com esta pasta tem sido muito positiva, uso-a à mais de um
ano, sinto a boca, dentes e gengivas frescas e limpas sempre que a uso, no
entanto devo avisar que se deve usar menos quantidade desta pasta em cada
lavagem pois é “muito potente” o que a torna mais económica.
Esta
Pasta além de não ser testada em animais nem conter ingredientes de origem
animal, tem ainda outras vantagens como o facto de não ter cálcio,
flúor, adoçantes artificiais e SLS1 na sua composição. Encontra-se a venda em
farmácias e pequenas mercearias pelo preço aproximado de 1.85, bem mais barata
que a maioria das pastas naturais.
1 - Sodium Laureth Sulfate, um agente usado em pastas, champôs
e sabões por fazer espuma e ser emoliente, unir gordura e água, para que a
primeira possa ser removida. Contudo existem vários estudos que apontam este
componente como cancerígeno, a DECO diz que o seu uso prolongado com pode,
provocar irritações na pele e nos olhos eu pessoalmente prefiro não arriscar,
além disso preocupo-me em limpar a sujidade e não a gordura, falarei neste
ultimo ponto em breve na secção de Saúde/Beleza.

